Líder no debate da saúde animal e produção de alimentos

As questões relacionadas com a saúde animal e a produção de alimentos estão em constante emersão e evolução. Na Elanco, consideramos importante que  todos os interessados participem nos debates, tomadas de decisão e políticas relacionadas com estas questões. Aqui incluem-se agricultores, produtores e processadores de alimentos, operadores do setor da alimentação animal, nutricionistas, grossistas, retalhistas e consumidores.
As posições que tomamos relativamente a estas questões têm sempre em mente o melhor para as pessoas,  os animais,  o ambiente e os clientes que servimos.  Aqui ficam algumas das questões atuais relativas à saúde animal e à produção de alimentos, bem como posição adotada pela Elanco em cada uma delas (clique sobre cada uma das questões para mostrar ou ocultar as respectivas informações):

 

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Questão: Os alimentos enquanto direito básico

A nossa posição: Acreditamos que todas as pessoas nascem com dois direitos: o direito a um futuro de esperança e o direito a ser alimentada. Acreditamos que:


• A alimentação é um direito humano básico
• A escolha é um direito do consumidor
• A sustentabilidade é favorável ao ambiente

Questão: A fome no mundo

A nossa posição: A insegurança alimentar continua a ameaçar cerca de um bilião de pessoas em todo o mundo.1 Nos países em vias de desenvolvimento, a fome pode muito bem ser o principal problema de saúde. E o número da popilação subnutrida pode aumentar exponencialmente, considerando o aumento da população para 9 biliões de habitantes em 2050. Mesmo nos  países desenvolvidos, como os Estados Unidos, são cada vez mais comuns os casos de "fome escondida", ou seja, casos pontuais de insegurança alimentar em que os consumidores não sabem como nem quando terão a sua próxima refeição.

 

1. Food and Agriculture Organization of the United Nations. 2009. “More people than ever are victims of hunger.”; Accessed 8/10/11. <www.fao.org/fileadmin/user_upload/newsroom/docs/Press%20release%20june-en.pdf>.

 

Questão: A utilização de tecnologia na produção de alimentos

A nossa posição: a utilização de tecnologia pode ajudar-nos a garantir uma distribuição segura, abundante e acessível de alimentos. Em 2050, a população mundial necessitará de mais de 100% de alimentos.2,3 A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) espera que cerca de:

  • 10% dos alimentos adicionais provenham de novas terras agrícolas4
  • 20% dos alimentos adicionais provenham de um aumento da intensidade do cultivo4
  • 70% dos alimentos adicionais provenham da aplicação da tecnologia para melhorar a eficiência4

A tecnologia implica práticas (fazer algo melhor), produtos (utilizar novas ferramentas inovadoras) e genética (melhorar as características genéticas pretendidas em plantas e animais). Na produção de alimentos, a tecnologia leva à eficiência que, por sua vez, torna os alimentos mais acessíveis e abundantes. A tecnologia pode ajudar a reduzir ou a eliminar a fome, ao mesmo tempo que aumenta as opções de escolha dos consumidores. Enquanto empresa, e enquanto indivíduos, sentimo-nos obrigados a dar resposta a esta necessidade.

 

2. Green, R. et al. January 2005. "Farming and the Fate of Wild Nature." Science 307.5709: 550-555.
3. Tilman, D. et al. August 2002. "Agriculture sustainability and intensive production practices." Nature 418.6898: 671-677.
4. 2002. "World Agriculture: toward 2015/2030." United Nations Food and Agriculture Organization, Rome. Accessed Aug. 8/10/11. <ftp://ftp.fao.org/docrep/fao/004/y3557e/y3557e.pdf>.

 

Questão: Os consumidores e a liberdade de escolha

A nossa posição: Os consumidores devem poder escolher entre uma variedade de alimentos seguros, saudáveis e acessíveis, quais os que prefere para si e para a sua família. Os consumidores devem poder comprar alimentos nutritivos e acessíveis produzidos mediante a utilização de tecnologias que promovem a eficiência.  Sempre que há um aumento no orçamento familiar, os consumidores têm tendência para adicionar uma maior variedade de alimentos à sua dieta, principalmente fontes de proteína. Deveriam poder comprar alimentos com base em fatores como o sabor, o preço e o valor nutritivo. Deveriam igualmente ter o direito de comprar alimentos biológicos, gourmet e locais, de acordo com a sua preferência. Ninguém deveria restringir o direito de escolha de um consumidor.